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Tecnologias educacionais: como evitar erros na migração para o EAD

Antes mesmo da pandemia do coronavírus e da exigência das aulas online, a educação a distância já estava em crescimento no Brasil. Mas, desde então, este processo foi intensificado e as tecnologias educacionais têm sido usadas para implementar o EAD nas instituições de ensino superior.

Vale lembrar que, segundo dados do Censo da Educação Superior em 2018, o número de vagas abertas no ensino a distância já tinha superado a quantidade de vagas abertas no modelo presencial no Brasil.

A partir da suspensão de aulas presenciais e a necessidade do isolamento social, houve um aumento ainda maior do EAD, já que o ensino superior precisou passar por um processo de adaptação e digitalização.

Neste cenário, o Ministério da Educação divulgou portaria em que estendeu a liberação das aulas online até o fim do ano. O documento também autorizou os estágios e práticas em laboratório, que podem ser feitos a distância nesse período, exceto nos cursos da área de saúde.

Além disso, de acordo com a Educa Insights, a quantidade de alunos em cursos a distância deve superar o número de matriculados no modelo presencial em 2022.

No entanto, uma dúvida que fica neste processo de adesão de tecnologias educacionais para o EAD é como evitar erros na migração do presencial para o digital. Vamos te ajudar neste sentido!

Leia também: Educação a distância no Brasil: como lidar com os desafios da aprendizagem remota

Como promover a migração do modelo de aula sem traumas

Para migrar as aulas da instituição de ensino superior para o modelo a distância de maneira bem-sucedida, é preciso minimizar o risco de problemas para alunos e professores. O uso de tecnologias educacionais ajuda no processo, mas, mesmo assim, erros comuns são cometidos. Confira os principais e saiba superá-los.

Não planejar uma reestruturação pedagógica 

A migração das aulas para o ensino a distância vai muito além de disponibilizar conteúdo online. É preciso estruturar um novo plano de aula mais dinâmico, desenvolver um processo de aprendizagem autônomo e estimulante, adotar novas metodologias e garantir a qualidade dos conteúdos.

Falta de apoio ao corpo docente

Os professores são os responsáveis por transmitir o conhecimento e os conteúdos para os alunos, sendo mediadores do processo de aprendizagem. Por isso, é preciso dar a devida assistência ao corpo docente na criação dos materiais das aulas, na adaptação aos novos formatos de conteúdo, no uso das tecnologias educacionais e nos processos avaliativos a distância.

Saiba mais: Transformação digital na educação: como as inovações promovem qualidade no ensino

Não escolher tecnologias educacionais adequadas

Ao iniciar o processo do ensino a distância, é preciso investir em tecnologias educacionais efetivas e apropriadas para que a instituição possa oferecer uma aprendizagem de qualidade. 

Para isso, os gestores devem analisar tudo que é necessário para proporcionar a melhor experiência, como por exemplo o ambiente virtual de aprendizagem, a biblioteca digital, recursos de gamificação, de comunicação, entre outros.

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Não oferecer diferentes formatos de conteúdo 

As aulas no ambiente digital precisam ser mais interativas e dinâmicas para gerar interesse, prender a atenção e garantir a motivação e o engajamento dos estudantes. Ou seja, oferecer novos formatos de conteúdos com estímulos visuais, seja por meio de vídeos de apoio, infográficos, storyboards, apresentações, entre outros, é essencial.

Falta de suporte aos alunos no processo de aprendizado

As tecnologias educacionais no ensino a distância precisam promover a troca de informações, a comunicação contínua e a possibilidade de tirar dúvidas com os professores. Sem esse suporte, o aprendizado fica prejudicado. 

Além disso, é preciso proporcionar o atendimento adequado aos estudantes em questões administrativas e financeiras, como pagamento de mensalidade, matrícula e rematrícula, escolha de disciplinas optativas, divulgação de notas etc.

Saiba mais: Como estudar a distância e aproveitar ao máximo as aulas online

Não elaborar atividades e avaliações para o ensino a distância

Assim como todo o processo de aprendizado e ensino precisa ser adequado ao modelo a distância, os exercícios e as avaliações também devem passar por mudanças para que sejam mais assertivos e estimulem o desenvolvimento dos alunos.

Não acompanhar o rendimento dos alunos 

As tecnologias educacionais permitem que os gestores acompanhem o desempenho dos estudantes nos cursos do ensino superior a distância. E não analisar esses dados de performance pode ser muito prejudicial. 

Afinal, com informações sobre aulas assistidas, atividades feitas, interações realizadas e outras, é possível identificar os estudantes desmotivados, mais propensos a deixar o curso. Assim, os educadores podem se antecipar e atuar para evitar a evasão.

Saiba mais: 6 estratégias para melhorar a retenção de alunos no EAD

Como a biblioteca digital pode apoiar o ensino a distância

Como vimos, diversas tecnologias educacionais podem ser adotadas nas instituições de ensino superior para incentivar o ensino a distância e a biblioteca online é uma delas. 

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