Novas tecnologias e neurociência no ensino superior

Novas tecnologias e a neurociência no ensino superior

Com as mudanças vivenciadas nos últimos anos, o atual modelo de ensino superior já não atende às demandas das futuras gerações. Por isso, as novas tecnologias precisam ser realidade em sala de aula.

Apesar de já termos algumas experiências na área como realidade aumentada e inteligência artificial, ainda há muitos avanços a serem conquistados. O que é necessário para chegar ao modelo da sala de aula do futuro.

Nos próximos anos, veremos a evolução da interação entre indivíduos, máquinas inteligentes e algoritmos. Estes últimos são os maiores responsáveis pelas transformações no processo de aprendizagem.

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Como as novas tecnologias vão impactar o futuro da educação?

Daqui para frente, a tendência é que apareçam novos tipos de práticas, programas e estruturas para impactar o futuro da educação. Com isso, as novas tecnologias precisam ser usadas no ensino superior para desenvolver ações educacionais e aproximar a realidade do aluno.

Neste cenário, confira dicas de como usar as novas tecnologias no processo de aprendizagem:

Estudante como centro da aprendizagem: uma prática importante é reorientar os sistemas de ensino para centralizar o foco no desenvolvimento integral do aluno. A neurociência pode ser utilizada para integrar ciências com tecnologias cognitivas de experiências.

Realidade aumentada: permite integrar a tecnologia ao ensino. Dessa forma, é possível usar projeções virtuais para agregar informações com o material exposto na realidade. O que facilita o aprendizado de cursos de ensino superior, com vivências próximas da realidade.

Estudo colaborativo: com as facilidades da era digital, os alunos podem participar de grupos de estudo de forma online. O que ajuda na disseminação do conhecimento e desenvolvimento do olhar analítico e crítico dos estudantes.

Ferramentas digitais: incentiva os alunos para que tenham voz e consciência sobre a importância da comunicação na era digital. Além de mostrar como fazer uso ético e responsável destes instrumentos.

E a neurociência como entra neste processo de aprendizagem?

Além do uso de novas tecnologias, a neurociência é fundamental para influenciar as ações, os programas e as abordagens educacionais no ensino superior. Afinal, esta ciência mostra como o nosso cérebro pode aprender ao ser estimulado corretamente. Uma vez que oferecer experiências ricas e exercícios intelectuais ajuda a promover a plasticidade cerebral e, como resultado, a inteligência.

O que facilita e muito o processo de aprendizagem. Por isso, quanto maior a quantidade e qualidade de estímulos proporcionados aos estudantes, o cérebro aumentará a sua capacidade de processar as informações e será mais eficiente. Mas como fazer isso?

Os estímulos podem ser provocados a partir de diversas atividades e metodologias. E é aí que entram as novas tecnologias para potencializar os efeitos da neurociência. Isso porque é possível utilizar recursos tecnológicos para tornar os conteúdos dinâmicos e interativos.

Então, com propostas de ensino desafiantes e inovadoras, as instituições de ensino podem fortalecer o desenvolvimento do potencial cognitivo dos alunos universitários.

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Mudanças sociais também irão influenciar a educação

Além das novas tecnologias, neurociência e práticas educacionais, as mudanças sociais serão responsáveis por mais transformações no ensino superior. Veja abaixo quais são estas mudanças e como elas podem impactar a educação:

Automação de escolhas: a inteligência artificial e os algoritmos já fazem parte do cotidiano e automatizam as experiências e interações. O que ajuda a alcançar a eficiência e a personalização no ensino superior.

Cérebros acelerados: a neurociência tem evoluído rapidamente e as habilidades cognitivas estão sendo alteradas de forma intencional. Esses avanços em tecnologia e neurociência já alteram a forma como nos relacionamos com ferramentas digitais e as interações entre pessoas.

Narrativas tóxicas: a busca por métricas de sucesso começou a se tornar prejudicial para a saúde individual das pessoas. O que colabora para o aumento da toxicidade de sistemas como o educacional. Por isso, é importante entender como superar este problema para melhorar a qualidade do ensino superior.

Educação e novas tecnologias caminham juntas

Algumas destas tendências e novas tecnologias ainda vão demorar anos para fazer parte do cotidiano dos alunos. Mas outras iniciativas já surgem com força no setor educacional, como as bibliotecas digitais.

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  • Redução de custos com exemplares e espaço;
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